O QUE PODEMOS APRENDER COM OS JAPONESES SOBRE EDUCAÇÃO, INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO.


 
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Na semana em que se comemora o dia do professor (15) e o dia nacional da inovação (19), que tal refletirmos um pouco sobre o processo do desenvolvimento de colaboradores? Para falar um pouco sobre o tema, analisamos algumas práticas educacionais muito interessantes de um país altamente inovador, o Japão, e que podem ser trazidas perfeitamente para o ambiente corporativo.

Quem acredita que empatia, autocontrole e disciplina são competências que passamos a desenvolver apenas depois de adultos, pode começar a desconstruir este pensamento. Lá, do outro lado do mundo, lições de gentileza, generosidade, compaixão e justiça são ensinadas desde cedo na escolas. E o mais interessante: na prática.

No oriente, os estudantes são responsáveis pela limpeza das salas de aula e banheiros, por exemplo. Lá eles entendem que esse tipo de atividade ajuda na formação do espírito de equipe e cooperação entre os alunos. Aqui na Doctor Raw, partiu dos próprios colaboradores a ideia de tomar medidas semelhantes, criando uma escala para limpar, organizar a cozinha e fazer o café. E não é que a atividade gera aprendizado mesmo?!

Outra coisa muito interessante na cultura japonesa é que, nos colégios, há uma padronização das refeições, onde alunos e professores compartilham do mesmo alimento dentro de sala de aula. O objetivo é construir relacionamentos positivos e horizontalizar as relações. De maneira similar, aqui na Doctor, temos o sagrado café da tarde, onde todos compartilham de alguns minutos de lanchinho e confraternização diária. Além disso, um projeto de autoria de um dos membros da empresa, disponibiliza opções de alimentos práticos, equilibrados e gostosos para aqueles momentos além do horário normal de trabalho.

Falando ainda de desenvolvimento, é muito comum nossos colegas orientais incentivarem suas crianças a participarem de oficinas após as aulas, principalmente de atividades que desenvolvem criatividade e raciocínio lógico. Pode parecer contraditório, mas são essas duas habilidades que formarão o perfil de pessoas inovadoras que as empresas tanto buscam hoje no mercado. Na Doctor, também existem grupos de estudo para temas “extracurriculares”, que ajudam a desenvolver o profissional em áreas que não são necessariamente relacionadas a sua profissão, mas que contribuem significativamente para seu desempenho no dia a dia de trabalho.

Abaixo alguns artigos muito interessantes com mais dicas de como incorporar traços da cultura japonesa em sua organização. Aproveite! Arigatou gozaimasu!

http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/5-licoes-de-negocios-que-os-japoneses-podem-ensinar-aos-brasileiros/107197/

http://www.neteye.co/blog/a-organizacao-dos-japoneses/

https://gauchazh.clicrbs.com.br/educacao-e-emprego/noticia/2014/06/Samurai-ensina-metodo-que-ajuda-a-impulsionar-carreira-4514152.html

“Acreditar que é possível é motivo suficiente para não desistir”. 

 

COMO SABER SE SEU TIME ESTÁ ENGAJADO


 
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Engajamento é uma das palavras que dominam a literatura corporativa no momento, super em alta. Mas o que isso significa na prática? Como saber se seu time está engajado e, caso não esteja, como torná-lo? Muito bem, a coisa não é tão simples assim, principalmente porque "estar engajado" (assim como motivado) é uma espécie de estado de espírito do colaborador. E nós, como líderes, não conseguimos necessariamente torná-los engajados, mas sim criar um ambiente propício ao engajamento.

Bom, o primeiro passo então é saber se seu time está engajado ou não. Essa parte é simples, basta observar. Sabe aquele funcionário que acredita na empresa, nos processos, é participativo, tenta sempre contribuir de alguma forma, está batalhando para alcançar as metas, busca e compartilha conhecimento porque acredita que o time todo pode crescer junto? Então, esse sujeito está engajado, ou seja, dedica seu esforços pela causa da empresa, está altamente envolvido.

Certo. Percebemos então que alguns estão e outros talvez não. O que é possível fazer? Qual seria então o ambiente mais favorável para que a equipe venha se tornar cada vez mais engajada? Podemos resumir essa questão da seguinte forma: É preciso um propósito claro, ou seja, um sentido maior, um significado para estarmos todos trabalhando na mesma direção. E uma liderança que conduza a equipe para este caminho. Simples não? Na prática nem tanto. As empresas nem sempre possuem um propósito muito claro (muitas delas é só gerar riqueza para os donos), e, falando em liderança, a coisa fica mais complicada ainda.

Liderar não significa apenas mandar as pessoas fazerem seu trabalho, é preciso ser um orientador no aumento da produtividade, incentivar a melhoria contínua através da capacitação, atuar na melhoria da autoconfiança e dar abertura à comunicação direta e eficaz. Nesse contexto, você que é líder, vale autoavaliar-se com certa frequência, fazendo perguntas como:

- Estou conseguindo transmitir e deixar claro o propósito de nosso trabalho para equipe?

- Como posso ajudar meu liderado a encontrar sentido em seu trabalho?

- Estou dando direções claras, suporte e incentivo para que meus liderados possam se sentir parte de um todo e assim darem o seu melhor?

Aqui na Doctor Raw, desenvolvemos uma série de ações que buscam tornar o ambiente propício ao engajamento, mostrando o real significado de cada pessoa e qual sua importância no processo todo. Vou citar três delas para que, quem sabe, lhe inspire a desenvolver algo em sua empresa também.  

#1 Ultrapassando as barreiras da hierarquia. Proporcionar um ambiente respeitoso, de cooperação e confiança, oportunizando troca de conhecimento, com transparência e sinceridade é uma das, senão a principal, prática que temos aqui. Com isso, todo mundo é tratado da mesma maneira e conversa de igual para igual, independente do cargo.

#2 Celebrando as pequenas conquistas e datas especiais. Por exemplo, ao aprovarmos um material de primeira, ou seja, sem a solicitação de alterações pelo cliente, praticamos uma espécie de ritual, onde uma vinheta de parabenização começa a tocar alto no sistema de som da empresa, seguido de uma música escolhida pela equipe que realizou o trabalho. Todos comemoram juntos, e o grupo que conseguiu o resultado recebe uma barra de chocolate para celebrar a conquista.

#3 Dando liberdade de decisões. Na Doctor, foram criadas duas comissões envolvendo colaboradores voluntários. Uma delas é a Happy at Work, com foco em melhorar a qualidade de vida no trabalho - tratando desde as regras de organização e limpeza da empresa, até as festas de confraternização. E a segunda é a Work to Care, com a finalidade de promover ações sociais e de caridade. Em ambas os colaboradores têm autonomia para pensar, discutir e tomar decisões sobre os assuntos relacionados a cada comissão, gerando envolvimento e participação.  

Uma equipe engajada é que realmente faz a coisa acontecer. Precisamos batalhar diariamente para que essa motivação tome conta de toda a empresa. O engajamento faz resultados serem alcançados, metas batidas, ideias novas surgirem, melhorias serem implementadas e por aí vai. Pessoas engajadas transformam as empresas e transformam o mundo.


 

WHEN I WAS A PHOTOGRAPHER


 
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Yesterday (19th August), we celebrate the World Photography Day and there isn't a better moment to talk a little bit about my experience as a photographer. Who doesn't know, I spent twelve years of my life shooting commercial and fashion campaigns. It was golden years, plenty of learning and amazing experiences. 

Even four years after selling all my equipment, it's usual to question me if miss shooting or would like to shoot again. People have some difficulty to understand why I left an established and growing career to dedicate myself just to retouching images. 

However, the act of retouching images is only a slice of the pie. Today, my daily work at Doctor Raw is to manage a big studio that handles 1.000 of images per month on average (and we're not talking about jobs of high-volume for e-commerce, for example). The routine of many management tasks, meetings, and support for other departments makes it impossible to reconcile two careers. I've had to make a choice and here I am.

Indeed, I really know and relish how all the experience earned as a photographer makes my job extremely better now. The understanding of lighting, sun positions, depth of field, zone system (thanks to unmissable Ansel Adams), and everything that happens before an image is captured by the camera makes to me all the difference to decide what to do after, on the computer.

Thus, answering the question about if I miss shooting, yes! of course, I miss. But I also understand my mission today. I really want to transmit all this knowledge to each retoucher who join the team, making the retouching service an effective extension of the photographer's work. 

So, congratulations to all my friends and clients photographers, I'm so glad to have been one of you in the past, even for a time. You rock!


// Guilherme Menezes is director of Doctor Raw, the fashion retouching studio trusted by the world's best photographers. 

 

 

ULTRA SEGMENTAÇÃO DE MERCADO À PROFISSIONAIS DE PUBLICIDADE


 
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DOCTOR RAW LEVA INFORMAÇÕES RELEVANTES SOBRE SEU MODELO DE NEGÓCIO BASEADO NA ULTRA SEGMENTAÇÃO DE MERCADO À PROFISSIONAIS DE PUBLICIDADE.

Na última quarta-feira (18 julho de 2018) na ACIM - A Doctor Raw Retouching participou da primeira edição do TALK ABOUT da APP (Associação dos Profissionais da Propaganda), iniciativa que torna acessível informações relevantes sobre o mercado de publicidade à profissionais, estudantes e comunidade. Guilherme Menezes, fundador e diretor da empresa, compartilhou um pouco de sua trajetória profissional da fotografia ao retouch, falou da ultra segmentação da área e como vem conquistando a confiança de marcas aclamadas no Brasil e em mais de 14 países.

Guilherme é formado em Publicidade e Propaganda e trabalhou como fotógrafo nas áreas de publicidade e moda por mais de 10 anos. Foi no retoque de suas próprias imagens que identificou uma oportunidade de negócio, investiu na ideia e, hoje, sua empresa conta com uma equipe de 20 pessoas para atender clientes mundiais como: Calvin Klein, Havaianas, Michael Kors, Mizuno, Avon, Hope, Natura e muitos outros. 

Durante a palestra, o publicitário pontuou que, para conquistar a confiança de clientes importantes ao redor do mundo, a Doctor Raw investe pesado em três áreas: pessoas, através de treinamento, desenvolvimento, relacionamento e valorização; estrutura, para que a equipe tenha um local adequado e ferramentas para executar suas atividades com alto desempenho; e gestão, desde o planejamento estratégico e financeiro ao controle de índices de qualidade e satisfação.

Guilherme ainda ressaltou a importância networking como abertura para chegada dos primeiros clientes de renome nacional. "O bom relacionamento aliado aos três pontos citados é o que tem possibilitado nossa expansão mundial e nos tornado a preferência de grandes marcas e fotógrafos, isso sem sair de Maringá”, garante o diretor da empresa.

A Doctor Raw, sediada no centro de Maringá, foi fundada em 2013.

 

 

A RECEPTIVIDADE QUE REALMENTE INTEGRA


 
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Trate sempre os seus funcionários exatamente como quer que eles tratem os seus melhores clientes
— Stephen Covey

É bem comum um profissional ser contratado para uma determinada posição em uma empresa e, em seu primeiro dia de trabalho, se sentir um peixe fora d’água. Mesmo em grandes empresas, onde existe um processo de integração muito bem estruturado, a situação é recorrente e a falha, na maioria das vezes, está em não colocar em prática a simples ação de fazer o novo colaborador se sentir importante e realmente bem vindo. 

Fazer um tour pelo escritório, apresentar os colegas, as normas do departamento e fazer uma breve explicação sobre a função é essencial, mas na Doctor Raw acreditamos que é preciso ir além, e fazer com que o novo integrante se sinta acolhido. Saber que sua equipe está receptiva e ciente de que, quanto mais rápida for sua adaptação, mais o time todo sairá ganhando, tem feito total diferença para quem entra.

Dar condições para que o novo membro conheça a cultura organizacional da empresa de imediato também tem se mostrado tão importante quanto acolhê-lo. Na Doctor, dedicamos um bom tempo para transmitir e deixar claro nossos valores, processos internos e forma de trabalho, já no início de tudo. "É como se conseguíssemos materializar toda nossa cultura organizacional e colocá-la sobre a mesa, de cara, no primeiro dia do novo integrante”, diz Isabella de Oliveira, responsável pelas integrações na Doctor. 

O resultado desse processo é um entrosamento e uma adesão ao “nosso jeito de fazer as coisas” quase instantânea. Analisa de Medeiros Brum, cita em seu livro Endomaketing de A a Z, que a "unificação do comportamento do público interno é um dos pontos máximos que se pode chegar através de um processo de endomarketing", o que nos leva a crer que estamos no caminho certo.

Ao final de cada processo de integração, aplicamos ainda uma pesquisa de satisfação com o novo integrante. Queremos saber se tudo correu bem e se existem críticas ou sugestões. Com isso, conseguimos melhorar o processo a cada vez e ainda somos presenteados com feedbacks como este, compartilhado por um novo integrante da equipe em seu primeiro dia: “O que mais me encantou foi o brilho e a convicção no olhar das pessoas que realizaram o processo”.  
 

Um pouco do que fazemos:

  • Cronograma com todas as atividades e envolvidos na integração; 
  • Recepção exclusiva, com bexigas, boas vindas, cartão com todas informações de acesso a e-mail, servidores, senhas, etc.; 
  • Entrega do Handbook - manual com as normas, processos e práticas da empresa;
  • Mentoria; 
  • Processo de imersão na cultura organizacional;
  • Para criar senso de pertencimento, o gestor dedica um bom período com o novo integrante e faz questão de atribuir pequenas tarefas para já existir envolvimento;
  • A área de comunicação elabora um Raio X do perfil do novo colaborador para facilitar sua interação com os demais membros do time.